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Últimas Notícias

16
ago

Semana Monsenhor Albino será realizada de 18 a 24 de setembro

A Fundação Padre Albino realiza a XXXI Semana Monsenhor Albino de 18 a 24 de setembro próximo com o objetivo de reverenciar a memória deste que foi o maior benfeitor de Catanduva e que deixou um patrimônio que hoje beneficia milhares de pessoas de Catanduva e região nas áreas da saúde, educação e assistência social.             A programação tem início no dia 18 com missa, às 19h30, na Matriz de São Domingos. A partir do dia 20, terça-feira, e até o dia 23, sexta-feira, haverá apresentação da peça “Padre Albino: legado para uma cidade”, pela Cia da Casa Amarela, nos períodos da manhã e tarde, no Teatro Municipal Aniz Pachá, para escolas de Ensino Fundamental do município, em parceria com as secretarias de Educação e Cultura; as escolas particulares também foram convidadas. No dia 23, no teatro municipal, às 20 horas, serão outorgados os troféus Fundação Padre Albino e Monsenhor Albino e em seguida nova apresentação da peça “Padre Albino: legado para uma cidade” para a comunidade.             A atividade “Fundação Padre Albino na praça”, no dia 24, a partir das 9h00, na Praça Monsenhor Albino, e missa às 19 horas, na Matriz, encerram a Semana.  
29
jul

Unifipa é homenageada no NAENERGIA, evento da área energética da ACE

O Centro Universitário Padre Albino-Unifipa foi um dos homenageados no evento NAENERGIA, promovido pela Associação Comercial e Empresarial de Catanduva (ACE) na última quarta-feira (27), que selecionou 12 empresas destaques, cada uma em suas categorias, sempre voltadas à área energética. Os cursos de Direito e Administração, em parceria com a ACE, formaram um núcleo para discutir o tema 'energia' e o coordenador do curso de Direito, Luís Antonio Rossi, representando a Unifipa, recebeu o troféu ‘Destaque em projetos especiais na área de Energia na formação acadêmica’. “A magnitude do evento dá importante impulso ao nosso inédito projeto mantido entre os cursos de Direito e Administração e a ACE, ampliando a interação dos alunos com o setor empresarial, desenvolvendo de forma prática uma aprendizagem inovadora, especializada e fortemente conectada com as demandas contemporâneas do mercado de trabalho”, ressaltou Rossi, que destacou a relevância do evento, que entra para a história de Catanduva, "especialmente pela abordagem de temas relevantes, como tecnologia, eficiência energética, comercialização e mercado de energia, tratados por palestrantes de renome internacional”. Além de Luís Rossi, estiveram representando a Unifipa o Prof. Me. Antonio Agide Mota Junior, coordenador do curso de Administração e da Pró-reitora Acadêmica Profa. Dra. Silene Fontana. O NAENERGIA reuniu cerca de 160 representantes de empresas da região noroeste paulista para tratar sobre energia renovável, geração e o consumo de energia e como as grandes empresas podem migrar do mercado regulado para o mercado livre. Foi um dia inteiro de palestras e debates com especialistas da Auren Energia, Volt Robotics, Nord, SGS e Senai. Segundo a assessoria de comunicação da ACE, “o objetivo do evento foi estreitar os laços entre as multinacionais do setor energético e as empresas da região – tanto as geradoras de energia quanto as consumidoras. Em todo o noroeste paulista são mais de 9 mil indústrias que, dependendo da quantidade de energia consumida, podem fazer a transição energética através do mercado livre de energia”, diz a nota. Mercado Livre de EnergiaO coordenador do setor de Captação de Recursos da Fundação Padre Albino, Júlio Cesar Luís, também esteve presente no evento com o objetivo de estreitar laços com empresários da região. “Fazemos parte do mercado livre de energia elétrica e estamos habilitados a receber doação da energia elétrica excedente produzida pelas indústrias; já temos alguns parceiros que nos ajudam e eventos como o NAENERGIA possibilitam apresentar o trabalho da FPA para mais empresas que produzem sua própria energia elétrica’, disse Júlio. Fotos: Divulgação
25
jul

Alunos e egressos do Direito/Unifipa abordam punições para crimes de Cyberbullying em pesquisa

  A finalidade é demonstrar as consequências jurídicas, mais especificamente na área cível, do cyberbullying. Conclusão final será em 2023. Alunos do curso de Direito da Unifipa estão desenvolvendo o projeto de pesquisa “A responsabilidade civil pela prática de cyberbullying”, com orientação da Profa. Me. Márcia Maria Menin e de advogados formados pelo curso, que objetiva apontar as responsabilidades, sob a esfera jurídica, quando alguém utiliza a internet, em especial as redes sociais, para xingar, ameaçar, magoar ou humilhar, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social (inciso VIII do artigo 3º da Lei 13185/15). “O estudo tem a finalidade de demonstrar, para além da comunidade acadêmico-científica, as consequências jurídicas, mais especificamente na área cível, do cyberbullying praticado por menores de idade, para que haja maior acompanhamento dos pais com relação a vida virtual de seus filhos, evitando, talvez, o que denomina-se abandono digital”, explica a orientadora. Apesar da sensação de segurança do ambiente virtual, o agressor está cometendo crime e pode ser punido por violar direitos da personalidade devidamente resguardados pelo Código Civil e pela Constituição Federal de 1988. Segundo a orientadora, “no que diz respeito ao direito civil temos duas consequências jurídicas: se o ato é praticado por pessoa maior e capaz ela poderá estar sujeita a ação de indenização, via de regra, por danos morais. Por outro lado, se o ato é praticado por filho menor ou maior e incapaz os pais ou representantes legais serão responsabilizados civilmente pelo ato danoso praticado”. O estudo também mostrará que as redes sociais utilizadas para o cyberbullying são corresponsáveis pelo crime do autor. “Após promulgação da Lei 12.965/14 – Marco Civil da Internet -  os provedores também poderão ser responsabilizados civilmente, ou seja, também poderão ser obrigados a indenizar a vítima do cyberbullying”, disse Márcia.Iniciado em maio deste ano, com duração de um ano, o projeto de pesquisa visa o contato com obras e artigos científicos para posteriormente os integrantes apresentarem, com autonomia, leituras e fichamentos sobre o tema. Participam os alunos Bernardo Castanheira e Amabily Cordeiro e, como egressos, os advogados Yuri Martins e João Vitor Mota.* O termo cyberbullying é formado a partir da junção das palavras cyber, palavra de origem inglesa e que é associada à comunicação virtual nas mídias digitais. Já bullying, tradução de bully para ‘valentão’. Assim, a pessoa que comete esse tipo de ato é conhecida como cyberbully.  
24
jun

Fundação faz pesquisa sobre Valores e apresenta peça sobre Padre Albino para colaboradores

A cultura de uma organização é variável crítica para implementação de sua estratégia para atingir seus objetivos. Segundo Octavio Calonge, da Sagitta Desenvolvimento, especialista em cultura organizacional, “os Valores e seus comportamentos observáveis são a linguagem que estabelece a identidade e sustentabilidade da Fundação e de seu fundador, mostrando a forma como os colaboradores devem ver e fazer as coisas”.   Diante disso, com apoio da Diretoria Executiva e estímulo do presidente Reginaldo Donizeti Lopes, foi criado grupo de trabalho para disseminação dos Valores da Fundação Padre Albino, integrado pelos setores RH, NEP/Núcleo de Educação Permanente, Atendimento ao Cliente-Humanização e Departamento de Comunicação. Esse grupo realizou pesquisa por amostragem nas unidades de negócio sobre o conhecimento dos Valores da Fundação Padre Albino. Todos os colaboradores que participaram do teste receberam o “pocket folder” dos Valores. Os dados foram tabulados em forma de gráfico e apresentados aos diretores e respectivas gerências/coordenação das unidades.   A gerente de RH, Tatiane Kratuti Devitto, informou que a pesquisa mostrou que 58,44% dos colaboradores conhecem os Valores e 40,42% os desconhecem. Para ela, o resultado indica que quase metade dos colaboradores não conhece a forma de se comportar dentro da instituição. “Se fizermos um paralelo com o trânsito, significaria que quase a metade da população não conhece suas regras, o que certamente se traduziria em caos, demora e aumento dos acidentes”, ressaltou o presidente Reginaldo Lopes.   Com base nesse resultado, a Diretoria Executiva aprovou a promoção da “visita do Padre Albino à Fundação” no período de 20 a 24 de junho, com apresentação da peça de teatro “Padre Albino: legado para uma cidade” pela Cia da Casa Amarela. A peça foi apresentada em duas sessões, às 10h e 15h30, na sala de espelhos do Complexo Esportivo “Prof. Ivo Dall’Aglio”, na Unifipa, e no Anfiteatro Padre Albino, para todos os colaboradores das unidades mantidas pela Fundação. O objetivo das apresentações foi aproximar os colaboradores dos Valores e do legado deixado por Padre Albino. “Muitos não conhecem a história dele e tampouco podem sentir a força e amor pela Fundação”, considerou Tatiane.   Antes da apresentação da peça, em cada sessão, membros da Diretoria Executiva agradeceram a presença dos colaboradores e disseram que o objetivo era ressaltar os Valores da Fundação. “É uma honra, mesmo que de forma fictícia, receber Padre Albino em sua Fundação. Ele vem para nos apresentar a sua história e os valores que sustentam o seu legado”, disseram. E explicaram: “Valor não é algo que se aprende em sala de aula. Valor se adquire principalmente com nossas experiências e o aprendizado deve ser continuo, a fim de evoluirmos, nos transformando em pessoas melhores. Devemos, também, aprender com os exemplos de pessoas ao nosso redor, e melhor exemplo do que a vida de Padre Albino não há. Que cada um de nós, no seu dia-a-dia, continue aplicando os Valores da nossa instituição e do nosso Padre Albino”. Na semana da apresentação da peça foi montada a exposição “Vida e obra de Padre Albino” nas dependências do Hospital Emílio Carlos e no Anfiteatro Padre Albino, organizada pelo Centro Cultural e Histórico Padre Albino. Nos meses de julho e agosto, de acordo com Tatiane Devitto, “o grupo de trabalho vai coordenar as Oficinas dos Valores, atividades envolvendo os colaboradores para trabalharmos e vivenciarmos sobre cada um dos nossos Valores, buscando atitudes importantes para aplicação ao negócio e com o objetivo de conectar a cultura organizacional aos processos internos”. Heloísa de Oliveira, auxiliar administrativo do Hospital Emílio Carlos, disse que “a peça foi algo, assim, que não tem explicação. É um sentimento que só você vendo para sentir. É algo profundo. Como filha de Catanduva não tinha noção da história de Padre Albino. Foi lindo e emocionante. A população deveria ter mais oportunidades para conhecer a história. Eu já sou privilegiada por trabalhar aqui. Depois dessa peça saio presenteada por saber que a instituição foi construída na base do amor, do humanismo, da essência que o mundo perdeu, que é o verdadeiro amor cristão”. “A peça, além de ser explicativa, traz conhecimento, além do que a gente já sabe do dia-a-dia da história de Padre Albino. Ela traz para a gente uma ilustração muito mais clara da bondade, da humanidade, da generosidade que Padre Albino teve para nossa cidade”, disse Nínive Mayara Ferraz, psicóloga do Hospital Emílio Carlos. Para ela foi “muito emocionante ver que uma pessoa se empenhou e se dedicou tanto para pessoas que nem eram da nacionalidade dele”. Para Cleber Alves, gerente financeiro da Fundação, Padre Albino é inspiração que ele traz no dia-a-dia. “Toda manhã, ao adentrar à Fundação, faço o sinal da cruz diante da imagem dele. Assistir essa peça, entender um pouco mais da história, só nos inspira a buscar levar o legado dele à frente, trabalhar com a mesma persistência que ele trabalhou e nos ensinou a trabalhar para conseguir fazer com que a Fundação cada vez mais evolua no tratamento aos pacientes, no apoio às pessoas necessitadas”.

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